MOINHOS DO RIO DEGEBE
desde a nascente até à foz.
AGLOMERADO MOLINOLÓGICO
com características e tecnologias semelhantes.
CONHEÇA AS MEMÓRIAS
destes moinhos desde o Séc. XVI ao Séc. XX
MOINHOS DE ÁGUA
para descobrir ou recordar a história de cada um.
32 EDIFÍCIOS DE MOAGEM
explore o que ainda resta deste património.
RESTOS HUMILDES, MAS GLORIOSOS
esperamos que a curiosidade lhes preste o devido culto!

Apresentação


Falar de moinhos, na atualidade, significa falar da história, da cultura, da evolução da sociedade e da vida do Homem, sendo dever dos cidadãos e do Estado protegê-los, estudá-los, descrevê-los e guardá-los em sítio onde possam ser recordados, conhecidos e valorizados como património. Com efeito, a Carta de Veneza, datada de maio de 1964, resultado de um importante congresso internacional sobre defesa do património, veio alargar a abrangência do conceito de património, alterando a noção de monumento histórico, que passou a englobar “a criação arquitetónica isolada, bem como o sítio, rural ou urbano, que constituísse testemunho de uma civilização particular, de uma evolução significativa ou de um acontecimento histórico. Esta noção aplica-se atualmente, não só às grandes criações, mas também às obras modestas do passado que adquiriram, com a passagem do tempo, um significado cultural”.

E assim, estão perfeitamente enquadrados os moinhos, e em particular os moinhos de água, que são estruturas arquitetónicas e tecnológicas específicas, caracterizadoras da paisagem da região onde se inserem. E revelam vivências e relações harmoniosas entre homens que trabalhavam para o mesmo fim e entre a arquitetura vernácula e a tecnologia, em interceção com o meio ambiente.

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